Edição do Pânico pós-tchecas
Ontem dei minha opinião sobre o caso da Proibida antes do Pânico ir ao ar. Depois de assistir ao programa, que chegou a anunciar a “bomba” falsa (apesar do apresentador tocar no assunto de forma indireta por alguns segundos), chego à seguinte conclusão: quem cala, consente. Mas, como Rosana escreveu, eu não sei de nada. Só os próprios envolvidos.
Ótima tática para atrair a curiosidade e a audiência das pessoas, hein, Emílio?